Blog Ilton Muller

Teatrão volta a ser o principal palco da cultura em Canela

Espaço foi reinaugurado na noite de sexta, na abertura do 34° Sonhode Natal

Quando o boneco Carlão, a atriz Lisiane Berti, os músicos do Som do Vento e um grupo de bailarinas dividiram o palco com nomes consagrados da cultura gaúcha como Shana Müller e Renato Borghetti, não estava apenas começando o 34° Sonho de Natal de Natal. Na noite de sexta-feira (22), este momento marcou a reabertura do maior palco da cultura canelense: o Teatrão, que já foi Cine Teatro Marabá. A noite de abertura do evento natalino riviveu em um vídeo os principais momentos da cultura canelense, como os festivais municipal de teatro e internacional de bonecos, as sessões de cinema e os shows de auditório nos tempos áureos da Rádio Clube AM. O espaço estava fechado há seis anos e passou por reforma completa para receber os espetáculos do Sonho de Natal.

O Boneco Carlão (manipulado por Pete Bado) e a embaixadora do Sonho de Natal, Shana Muller foram os mestres de cerimônia do evento de abertura. No reencontro do palco com o teatro, a atriz canelense Lisiani Berti emocionou o público. Com argumento e direção de Elias da Rosa, o monólogo em primeira pessoa ativou a memória afetiva pelo espaço que possibilitou a mudança de vida para muita gente. Dirigida por Alessandra Abrantes, uma coreografia de dança com bailarinas integrou o Papai Noel ao evento. O vice-prefeito e prefeito em exercício, Gilberto Cezar, entregou as chaves de Canela ao Bom Velhinho, que irá conduzir a programação até 9 de janeiro de 2022. Depois, os músicos do O Som do Vento subiram ao palco e apresentaram um espetáculo instrumental e encerraram a noite ao lado de Borghetinho.

 

Secretário faz homenagem à equuipe

O secretário de Turismo e Cultura, Ângelo Sanches, celebrou a inauguração do Teatrão e dividiu os méritos da revitalização com sua equipe. Além de agradecer as empresas privadas que contribuíram para a reforma, Sanches homenageou o servidor público Vladimir Borges da Silva, que comandou as obras do Teatrão. "O nosso Teatrão estava parado há seis anos. Quando ainda tínhamos um cenário muito incerto sobre o futuro dos eventos, reuni minha equipe e lancei o desafio: reformar o Teatrão em 90 dias. Todos me olharam assustados. Eles me conhecem e sabem que não aceitaria o não como resposta. Como fazer sem dinheiro e em plena pandemia? E, se hoje isso está acontecendo, tenho que agradecer para minha equipe e para as empresas que apostaram na gente", reconhece.

 

 

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