Blog Ilton Muller

Para Éder Rossa, pandemia está sendo um “mestrado” para a causa comunitária

Ações ambientais e sociais vêm sendo desenvolvidas mais fortemente desde março de 2020

Paralelamente aos cuidados com a proliferação coronavírus, desde março do ano passado a sociedade tem envolvido em ações para amenizar o impacto da pandemia, principalmente aos menos favorecidos financeiramente. Em Gramado e Canela não foi diferente. “A questão da pandemia foi um mestrado para a causa comunitária e social”, afirma o líder comunitário Éder Leandro Rossa, que tem se envolvido em causas sociais e ambientais. “Nasci em Gramado, saí com 18 anos. Desde que voltei não tinha visto Gramado na situação que eu vi. Crianças chegarem no hospital por não terem comida em casa. Chegar ao ao ponto de se dividir uma cesta básica para atender mais pessoas”, relata Éder.
Segundo Éder, cada dia e cada ação desenvolvida durante a pandemia foram um aprendizado. Sempre existiu gente para ser ajudada e muitas outras querendo ajudar. “Percebemos que muita gente quer ajudar mas se menospreza.  Acham que o pouco que podem contribuir não vai ser suficiente. Uma pessoa, por exemplo, que tem três quilos de arroz acha que é pouco. Mas quando tu diz que precisa formar uma cesta básica, este pouco é muito. É um engajamento pela comunhão das pessoas”, afirma Éder, satisfeito com o engajamento das pessoas.
Durante a pandemia, as redes sociais, segundo ele, tê contribuído para o engajamento das pessoas nas causas comunitárias, principalmente pela rapidez nas respostas. “A gente levanta uma campanha social e as pessoas respondem”, comenta. “É muito importante as pessoas entenderem elas (as redes  como Facebook, Instagram e WhatsApp) como social mesmo. E usá-las de forma correta, como tudo na vida”, acrescenta Éder.

O início foi na escola da filha
Éder Rossa começou a se envolver em causas comunitárias quando a filha Marina Gabriela passou a estudar na Escola Pedro Zucolotto (bairro Três Pinheiros) há aproximadamente oito anos. Como bairro não tinha associação de moradores, o CPM passou a ser também o catalisador das demandas da comunidade. “Sem pretensão, comecei a me envolver’’, afirma Éder, que passou a receber os mais diversos pedidos, incluindo encaminhamentos na esfera pública. Desde então tem se envolvido em ações comunitárias (campanhas de Natal e arrecadação de alimentos, melhoria na travessia da RS-115 e outras obras públicas), culturais (recuperação do “rabicho” do antigo trem, na Várzea Grande) e ambientais (é voluntário da ONG Gramado Viva, que se dedica à recuperação e preservação do meio ambiente, inclusive em Canela).
Ele destaca que sempre existe espaço para ajudar o próximo, seja em campanhas ou entidades e grupos sociais. Basta querer se envolver.

Confira outros posts

Canela também aplica terceira dose nesta sexta-feira
Centro de Feiras de Canela terá horário estendido para aplicação de 1ª e 2ª doses
Chocolate Gramadense aposta em qualidade

Cadastre o seu e-mail para receber nossas notícias e novidades!